CARE Brasil completa 10 anos beneficiando milhares de brasileiros em oito estados

A ONG atua em oito estados do país visando o desenvolvimento local de comunidades, bairros e cidades.

Trabalhamos em parceria com a sociedade civil, empresas, o Estado e a CARE Internacional, em um movimento dedicado ao combate à pobreza no Brasil e no mundo. A CARE Brasil deseja ser reconhecida por seu compromisso inalienável com a dignidade das pessoas.

A ONG CARE Brasil completa 10 anos de atuação no Brasil em agosto. Nessa década, a organização, que faz parte da rede da CARE Internacional (presente em 87 países), se espalhou por oito estados brasileiros e beneficiou milhares de pessoas trabalhando no desenvolvimento local e sustentável de comunidades, bairros e cidades por meio de ações articuladas de inclusão social, fortalecimento da economia local, preservação ambiental, inovação na gestão pública e mobilização social.

A CARE Brasil está presente em oito Estados, atuando em cinco áreas rurais do Norte, Nordeste e Centro Oeste (Acre, Bahia, Goiás, Maranhão, Piauí e Tocantins); e na periferia das duas maiores metrópoles do país, no Sudeste: Rio de Janeiro e São Paulo. Além disso, presta ajuda humanitária em desastres e implementa projetos de reconstrução, adaptação e prevenção às mudanças climáticas em quatro municípios do Rio de Janeiro: São Gonçalo (região da Baixada Fluminense), Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis (região serrana).
Atuando com geração de renda, por exemplo, a CARE Brasil já auxiliou 400 grupos de agricultores familiares, assentamentos de reforma agrária e comunidades ribeirinhas com aumento da produção a partir de formações e extensão rural; qualificou 300 mulheres em técnicas de artesanato, reaproveitamento de materiais, avicultura e produção de doces e compotas e aprimorou a capacidade de gestão de 200 microempreendedores.

Entre suas ações de educação, já doou mais de 11 mil livros para salas de leitura, bibliotecas escolares e comunitárias de escolas públicas e associações de moradores; possibilitou acesso à literatura para 10 mil crianças e adolescentes em rodas de leitura em escolas públicas; e qualificou 550 profissionais educadores de escolas e creches públicas para ações de incentivo à leitura, resgate da memória de suas comunidades e promoção de educação ambiental.

No eixo ambiental, mobilizou mais de 10 mil crianças e jovens para atividades de educação ambiental, ações de reflorestamento e implantação de coleta seletiva em escolas públicas e creches; contribuiu com a produção de 50 mil mudas de espécies de mata nativa para reflorestamento de 50 hectares de mata ciliar e apoio na averbação de reserva legal de assentamentos de reforma agrária; e doou 8 mil quilos de materiais para reciclagem e implantação de coleta seletiva em escolas, creches e associações de moradores.

No campo da ajuda humanitária, a CARE Brasil beneficiou somente em 2011 mais de 11 mil pessoas com oficinas e doações para auxiliá-las a reestruturar os seus meios de sustento e enfrentar os desastres provocados pelas enchentes. Neste mês de agosto, no dia 19, comemora-se também o Dia Mundial da Ação Humanitária, data muito emblemática porque marca este importante braçode atuação da CARE Brasil. Neste contexto, a ONG dedica particular atenção às mulheres, porque, em geral, são mães que, com sua própria atividade empreendedora, angariam, senão totalmente, grande parte do sustento das suas famílias. A CARE acredita que, estas mulheres, quando equipadas com os recursos de que necessitam, têm maior poder de recuperar o bem-estar de suas famílias. Em situações de crise, fortalecer a capacidade de resiliência da mulher atingida por uma tragédia, apoiando sua recuperação econômica é, portanto, um exemplo de resposta que  possibilita a transformação da realidade em que vivem, por contribuir para a restauração da economia local, o desenvolvimento social e o combate à pobreza.

Ao fazer um balanço sobre a primeira década da organização no país, o Diretor Executivo da CARE Brasil, Markus Brose, aponta que sua missão da CARE foi e continuará sendo para os próximos anos a eliminação contínua das condições sociais e econômicas que mantém larga parte dos cidadãos em condição de vulnerabilidade. “Não haverá  sustentabilidade em nossa sociedade enquanto a questão social, nossa dívida interna para com os mais vulneráveis, for relegada ao terceiro plano em comparação com as questões econômicas e  ambientais”.

Fonte : Nilton Sergio /www.adsbrasil.com.br