Vencedores do Prêmio Planeta Azul serão conhecidos durante a Rio+20

Um dos prêmios mais importantes para a área ambiental, o Blue Planet Prize – Prêmio Planeta Azul, na tradução livre – anunciará os vencedores deste ano durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que ocorrerá no Rio de Janeiro, no próximo mês.

A premiação foi criada pela organização japonesa Asahi Glass Foundation há 20 anos, durante a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio92).

Até o momento, o único sul-americano agraciado com o prêmio é um brasileiro, o ex-ministro do Meio Ambiente José Goldemberg, na edição de 2008. Segundo a fundação, Goldemberg “deu enormes contribuições na formulação e implementação de muitas políticas associadas com melhoramentos no uso e na conservação de energia, na criação de um conceito pioneiro de salto tecnológico para os países em desenvolvimento, além de mostrar forte liderança na preparação para a Rio92”.

O processo de votação envolve cientistas que desenvolvem trabalhos no mundo inteiro. “E o trabalho tem que ter como meta melhorar a vida no planeta, seja do ponto de vista técnico-científico ou de uma ação comunitária diferenciada. Algo que fez a diferença”, destacou Sandra Sinicco, da assessoria de comunicação do prêmio.

O Prêmio Planeta Azul 2012 recebeu indicações de 98 candidatos de 24 países. Desses, oito são de países em desenvolvimento. Por questão de sigilo, a assessoria do prêmio não revelou se o Brasil está na relação dos concorrentes, mas disse que a participação de candidatos dos chamados países emergentes cresceu significativamente. Hoje, a participação dos emergentes equivale a 10%.

Cada vencedor receberá um prêmio em dinheiro no valor de 50 milhões de ienes, o que corresponde a cerca de R$ 1,5 milhão. Para escolher o vencedor, o comitê da Asahi Glass Foundation analisa o trabalho desenvolvido pelo cientista ou organização não governamental ao longo do tempo.

Um dos cientistas que virá ao Brasil para o anúncio do prêmio é Robert Watson, agraciado no ano passado. Ele se reunirá com José Goldemberg para debater como transformar a linguagem científica em uma linguagem compreensível para os governos, para que esses possam fazer políticas públicas baseadas em pesquisas. Watson foi um dos primeiros cientistas a falar sobre mudanças climáticas no mundo.

Os candidatos são indicados pelos governos, institutos de pesquisa ou por pessoas de notório saber. São pesquisadores que atuam nos campos da ecologia, ciências da terra e da atmosfera, desenvolvimento de políticas econômico-ambientais e áreas integrando várias especialidades. A expectativa é que este ano três ou quadro candidatos sejam premiados. O prêmio será entregue no Japão, no segundo semestre.

Fonte: Agência Brasil

Um dos prêmios mais importantes para a área ambiental, o Blue Planet Prize – Prêmio Planeta Azul, na tradução livre – anunciará os vencedores deste ano durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que ocorrerá no Rio de Janeiro, no próximo mês.  A premiação foi criada pela organização japonesa Asahi Glass Foundation há 20 anos, durante a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio92).  Até o momento, o único sul-americano agraciado com o prêmio é um brasileiro, o ex-ministro do Meio Ambiente José Goldemberg, na edição de 2008. Segundo a fundação, Goldemberg "deu enormes contribuições na formulação e implementação de muitas políticas associadas com melhoramentos no uso e na conservação de energia, na criação de um conceito pioneiro de salto tecnológico para os países em desenvolvimento, além de mostrar forte liderança na preparação para a Rio92".  O processo de votação envolve cientistas que desenvolvem trabalhos no mundo inteiro. “E o trabalho tem que ter como meta melhorar a vida no planeta, seja do ponto de vista técnico-científico ou de uma ação comunitária diferenciada. Algo que fez a diferença”, destacou Sandra Sinicco, da assessoria de comunicação do prêmio.  O Prêmio Planeta Azul 2012 recebeu indicações de 98 candidatos de 24 países. Desses, oito são de países em desenvolvimento. Por questão de sigilo, a assessoria do prêmio não revelou se o Brasil está na relação dos concorrentes, mas disse que a participação de candidatos dos chamados países emergentes cresceu significativamente. Hoje, a participação dos emergentes equivale a 10%.  Cada vencedor receberá um prêmio em dinheiro no valor de 50 milhões de ienes, o que corresponde a cerca de R$ 1,5 milhão. Para escolher o vencedor, o comitê da Asahi Glass Foundation analisa o trabalho desenvolvido pelo cientista ou organização não governamental ao longo do tempo.  Um dos cientistas que virá ao Brasil para o anúncio do prêmio é Robert Watson, agraciado no ano passado. Ele se reunirá com José Goldemberg para debater como transformar a linguagem científica em uma linguagem compreensível para os governos, para que esses possam fazer políticas públicas baseadas em pesquisas. Watson foi um dos primeiros cientistas a falar sobre mudanças climáticas no mundo.  Os candidatos são indicados pelos governos, institutos de pesquisa ou por pessoas de notório saber. São pesquisadores que atuam nos campos da ecologia, ciências da terra e da atmosfera, desenvolvimento de políticas econômico-ambientais e áreas integrando várias especialidades. A expectativa é que este ano três ou quadro candidatos sejam premiados. O prêmio será entregue no Japão, no segundo semestre.

Vencedores do Prêmio Planeta Azul serão conhecidos durante a Rio+20

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