ONU pede doações para deter crise de fome na Somália

O secretário-geral das ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon, pediu nesta quarta-feira à comunidade internacional que detenha “o efeito cada vez mais devastador” da crise de fome na Somália que pode afetar todo o Chifre da África, e solicitou fundos para evitar a morte de milhares de pessoas.

O principal responsável do órgão pediu “o apoio dos doadores para fazer frente às necessidades atuais e prevenir que a crise humanitária piore ainda mais”, e lembrou que “as agências humanitárias precisam urgentemente de fundos para salvar as vidas” dos afetados.

“Sem os fundos, não será viável realizar intervenções humanitárias com rapidez, e é muito possível que a crise de fome perdure e se estenda”, alertou o secretário-geral. “A cada dia de atraso terá um custo em vidas”.

A ONU declarou oficialmente o estado de crise de fome em duas regiões do sul da Somália, Bakool e Baixa Shabelle, o que não ocorria nesse país há 20 anos.

Ban afirmou que nos próximos dois meses serão necessários US$ 300 milhões para proporcionar “uma resposta adequada” às zonas afetadas na Somália, onde a metade da população –cerca de 3,7 milhões de pessoas– vive em situação de crise humanitária.

AJUDA INTERNACIONAL

A embaixadora dos Estados Unidos perante a ONU, Susan Rice, também expressou a preocupação de seu país com relação à situação, uma emergência que classificou de “desafio mundial”.

Rice lembrou que seu país anunciou nesta quarta-feira a contribuição de US$ 28 milhões adicionais para atenuar a crise — o que eleva a ajuda americana para US$ 459 milhões. Segundo ela, o principal responsável pela situação humanitária vigente é a milícia Al Shabab, vinculada à rede terrorista Al Qaeda.

O grupo controla praticamente todo o sul da Somália, a região afetada, e em 2010 impôs um veto às organizações humanitárias para operar em seus domínios, que foi revogado no dia 5 de julho.

O secretário-geral das ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon, pediu nesta quarta-feira à comunidade internacional que detenha “o efeito cada vez mais devastador” da crise de fome na Somália que pode afetar todo o Chifre da África, e solicitou fundos para evitar a morte de milhares de pessoas.

O principal responsável do órgão pediu “o apoio dos doadores para fazer frente às necessidades atuais e prevenir que a crise humanitária piore ainda mais”, e lembrou que “as agências humanitárias precisam urgentemente de fundos para salvar as vidas” dos afetados.

“Sem os fundos, não será viável realizar intervenções humanitárias com rapidez, e é muito possível que a crise de fome perdure e se estenda”, alertou o secretário-geral. “A cada dia de atraso terá um custo em vidas”.

A ONU declarou oficialmente o estado de crise de fome em duas regiões do sul da Somália, Bakool e Baixa Shabelle, o que não ocorria nesse país há 20 anos.

Ban afirmou que nos próximos dois meses serão necessários US$ 300 milhões para proporcionar “uma resposta adequada” às zonas afetadas na Somália, onde a metade da população –cerca de 3,7 milhões de pessoas– vive em situação de crise humanitária.

AJUDA INTERNACIONAL

A embaixadora dos Estados Unidos perante a ONU, Susan Rice, também expressou a preocupação de seu país com relação à situação, uma emergência que classificou de “desafio mundial”.

Rice lembrou que seu país anunciou nesta quarta-feira a contribuição de US$ 28 milhões adicionais para atenuar a crise — o que eleva a ajuda americana para US$ 459 milhões. Segundo ela, o principal responsável pela situação humanitária vigente é a milícia Al Shabab, vinculada à rede terrorista Al Qaeda.

O grupo controla praticamente todo o sul da Somália, a região afetada, e em 2010 impôs um veto às organizações humanitárias para operar em seus domínios, que foi revogado no dia 5 de julho.

Foto: Mustafa Abdi/FRANCE PRESSE

Fonte: EFE/Folha