As mais de 300 ilhas paradisíacas condenadas a desaparecer do mapa

Desde que coloquei os pés no Panamá, ouvia sobre San Blas, um arquipélago de mais 350 ilhas no mar do Caribe. Panamenhos recomendavam a viagem e uma amiga de Nova York que passara um dia de barco por lá disse ter sido a aventura mais empolgante de sua viagem.

“Não é como ir a um resort ou algo assim”, ela me explicou. “É mais uma experiência de Robinson Crusoé: você e as ilhas.”

Picada pela mosca da curiosidade, comecei a pesquisar o lugar e marquei o traslado de duas horas de carro da Cidade do Panamá até o golfo de San Blas, a cidade costeira em que pegaria meu barco.

Logo descobri que não seria exatamente aquele esquema “eu e as ilhas” – na verdade eu seria hóspede dos Guna, um povo indígena que há séculos as habita.

San Blas, conhecida como Guna Yala pelos nativos, submete-se ao controle autônomo dos Guna. A tribo indígena iniciou uma revolução contra o governo panamenho em 1925 e ganhou autonomia sobre a terra, o que lhe permite operar com Constituição e governo próprios.

Fonte: G1

http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/as-mais-de-300-ilhas-paradisiacas-condenadas-a-desaparecer-do-mapa.ghtml

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