Agrotóxico: uma agricultura da morte

Em meados da década de 1960, em nome da chamada modernização da agricultura, o Estado ofereceu aos produtores rurais um farto volume de créditos subsidiados que, no entanto, vinham intimamente atrelados ao uso de pacotes tecnológicos. Esses pacotes combinavam o emprego de sementes melhoradas ou híbridas com a aplicação intensa de adubos químicos e venenos nas lavouras.

Essa “modernização” da agricultura, entretanto, gerou inúmeras e profundas consequências aos trabalhadores e trabalhadoras rurais. O Brasil tornou-se o terceiro maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Milhares de pessoas foram intoxicadas por terem suas terras, águas e alimentos contaminados.

O vídeo a seguir denuncia o uso abusivo de agrotóxicos na região do Agreste da Paraíba e como seus efeitos marcaram profundamente a vida das famílias agricultoras. O documentário traz ainda o depoimento do professor Sebastião Pinheiro, que apresenta de forma sintética os malefícios das substâncias mais utilizadas na região. Mas o vídeo também mostra as estratégias de resistência dos agricultores e agricultoras, a partir do testemunho daqueles que encontraram outras saídas e um jeito novo de produzir sem agredir a natureza.

Para assistir o vídeo, clique no link abaixo:

Agrotóxicos: uma agricultura da morte

 

http://aspta.org.br/2011/06/agrotoxico-uma-agricultura-da-morte/

 

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